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Trump proíbe compra da Qualcomm pela Broadcom

Presidente usou um dispositivo que impede norte-americanas de serem vendidas a estrangeiras em caso de risco à segurança nacional.

 
 -  O presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento na Casa Branca.  Foto: Reuters/Leah Millis
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento na Casa Branca. Foto: Reuters/Leah Millis

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump emitiu uma ordem nesta segunda-feira (12) que proíbe a Broadcom de comprar a norte-americana Qualcomm argumentando questão de segurança nacional.

A Qualcomm rejeitou a oferta de aquisição no valor de US$ 117 bilhões, feita pela Broadcom, sediada em Cingapura. A proposta está sendo avaliada pelo Comitê de Investimento Estrangeiro dos EUA, uma agência liderada pelo Departamento do Tesouro que analisa implicações para a segurança nacional geradas por aquisições de empresas norte-americanas por grupos estrangeiros.

"A proposta de aquisição da Qualcomm pela compradora é proibida e qualquer fusão ou aquisição substancialmente equivalente...está também proibida", afirma a ordem presidencial.

A ordem cita "evidência crível" que levou Trump a acreditar que a compra da Qualcomm pela Broadcom "poderia ser uma ação que ameaça desequilibrar a segurança nacional nos EUA".

Esta é a quinta vez que um presidente dos EUA impede uma transação entre empresas com base nas objeções levantadas pela agência e a segunda operação bloqueada por Trump.

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A indústria de semicondutores está desenvolvendo chips de tecnologia de quinta geração, o 5G, que permitirão velocidades maiores de transmissão de dados sem fio.

Uma fonte próxima da agência afirmou que se um acordo entre Qualcomm e Broadcom fosse concluído, os militares dos EUA teriam receio de que em 10 anos "haveria essencialmente uma empresa dominante nestas tecnologias e ela seria essencialmente a Huawei e as operadoras norte-americanas não teriam escolha. Elas teriam que comprar [equipamentos] Huawei".

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas (Foto: Marcelo Brandt/G1) Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

 

 

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