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Defesa Civil avalia condições estruturais de muros de escolas públicas em Santarém

Muros têm apresentado problemas depois das fortes chuvas em Santarém. Duas escolas no Santarenzinho, uma no Maicá e uma na Prainha foram visitadas pelo órgão.

 
 -  Defesa Civil em Santarém visitando escolas que estão com muros comprometidos  Foto: Defesa Civil/Divulgação
Defesa Civil em Santarém visitando escolas que estão com muros comprometidos Foto: Defesa Civil/Divulgação

Depois das fortes chuvas que caíram em Santarém, oeste do Pará, no final de fevereiro e início de março, algumas estruturas de escolas públicas que já apresentavam fragilidade sofreram avarias. A Defesa Civil visitou na segunda-feira (12) quatro dessas instituições de ensino onde o muro caiu, por consequência dos temporais. O órgão pontuou o que deve ser tratado com urgência para que os alunos voltem a ter segurança ao assistir aula.

As escolas visitadas foram União Libertadora e Santa Luzia, ambas no bairro Santarenzinho, Padre Manuel Albuquerque, no bairro Prainha e a escola João Bianor Mota Freitas, no Maicá.

O coordenador da Defesa Civil em Santarém, Raimundo Trindade, diz que não pode julgar responsáveis, mas os desmoronamentos são causados pelo tempo da construção e pela má qualidade do material usado. “Em todas essas quatro escolas que visitamos houve desmoronamento do muro. Se tiver a possibilidade do governo fazer um reparo no muro, será feito. Se não, conforme conversamos com a Mara Regina Xavier Belo, secretária de Educação de Santarém, o muro será demolido”, explicou Trindade.

O muro da escola Padre Manuel Albuquerque é uma construção antiga, e com os trabalhos de asfaltamento das ruas nos arredores - com máquinas pesadas - começaram a aparecer fissuras, por conta de trepidação.

“Tem partes do muro que apresentam essa fissura, mas não correm o risco de cair. Na parte que a gente identificou perigo de desmoronamento, isolamos e pedimos para que seja feito um tapume (cerca ou vala guarnecida de sabe que defende uma área) imediatamente”, disse o coordenador.

Quatro escolas da rede pública de ensino foram visitadas pela Defesa Civil em Santarém (Foto: Divulgação/Defesa Civil) Quatro escolas da rede pública de ensino foram visitadas pela Defesa Civil em Santarém (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

Quatro escolas da rede pública de ensino foram visitadas pela Defesa Civil em Santarém (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

No bairro do Maicá a situação se agrava. O muro tem um comprimento de 150 metros, e a parte que está com problema, segundo a Defesa Civil, totaliza 50 metros e deve ser demolida. “Outra alternativa seria fazer um trabalho imediato de reconstrução, mas conforme o que já conversamos com a secretária, o mais prudente é a demolição”, completou Trindade.

Já nas escolas do bairro Santarenzinho a situação, que parece ser mais grave porque foi causada por conta das grandes enxurradas originadas de ruas adjacentes, mas o atual cenário não apresenta riscos.

“O que aconteceu é que o nível da água subiu e causou a queda do muro, mas não tem um perigo a mais porque do jeito que está aberto, a enxurrada passa direto. Então, não tem perigo para a outra área do muro. A preocupação é a saída de alunos por lá, de forma inadequada”, finalizou o coordenador da Defesa Civil Municipal.

 

 

 

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