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Pará registra quase 12% das mortes violentas do Brasil, em fevereiro de 2018

Levantamento feito pelo G1 aponta que o Pará só perde para Pernambuco e Rio de Janeiro, em índices de mortes violentas no início deste ano.

 
 -  Crimes violentos no Pará somam quase 800 vítimas nos dois primeiros meses do ano.  Foto: Reprodução/TV Liberal
Crimes violentos no Pará somam quase 800 vítimas nos dois primeiros meses do ano. Foto: Reprodução/TV Liberal

O Pará teve 392 vítimas assassinadas somente no mês de fevereiro de 2018, uma média de 14 por dia. É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com base nos números oficiais do Governo do Estado. O dado, inédito, contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais. Nos dois primeiros meses do ano, o número de vítimas chegou a 783.

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METODOLOGIA: Monitor da Violência

Somente no último mês de fevereiro, foram 4,64 mortes a cada 100 mil habitantes. Segundo o Monitor, o Pará só perde em número de vítimas para os estados do Rio de Janeiro e Pernambuco, com 461 e 417 mortes respectivamente.

As quase 400 vítimas do mês de fevereiro representam quase 12% das mortes de todo o Brasil, que contabilizaram 3276 crimes. Em janeiro o número de mortes violentas no Pará foi de 391, uma vítima a menos que em fevereiro.

Página especial

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitaram os dados via Lei de Acesso à Informação seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado normalmente no fim do ano.

Na página especial, é possível navegar por cada um dos estados e encontrar dois vídeos: um com uma análise de um especialista indicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e outro com um diagnóstico de um representante do governo.

Ambos respondem a duas perguntas:

  1. Quem são os grupos/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da última década?
  2. O que fazer para mudar esse cenário?

 

 

 

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