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POLÍTICA

Ezequiel ressalta nome de Wellington pela oposição, mas vê união com descontentes

 
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O Presidente regional do Progressistas,   deputado federal Ezequiel Fonseca,  ainda não sacramenta o apoio do partido à candidatura do senador Wellington Fagundes (PR),   que já confirmou a pretensão de disputar o Governo do Estado. No entanto, afirma que tal projeto é o único que, verdadeiramente, representa a oposição, composta ainda pelo MDB, PTB, PV que pretendem agregar outras siglas.

Ezequiel avalia que os partidos que romperam com Taques, caso do DEM e PSD, são bem vindos neste arco de aliança em torno do nome de Wellington, mas acredita ser possível que eles também lancem candidatura alternativa para sobrepor a tentativa de reeleição do governador. O deputado relembra ter participado de 
almoço organizado pelo deputado estadual Zeca Viana (PDT),  com a presença do ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e  outros líderes opositores para reforçar a possibilidade de aliança.

“Existe a possibilidade [de a oposição] ter mais de um candidato. Isso não quer dizer que a oposição está rachando. Hoje nós temos um nome colocado pela oposição, que é o senador Wellington. Nós ainda não sabemos [de outro]. [O ex-prefeito] Mauro Mendes  (DEM) não se colocou como candidato. O Jayme Campos (DEM) se coloca como candidato ao Senado”, diz à imprensa, durante o lançamento do Plano de Políticas Públicas do Progressista, nesta segunda (16).

Wellington, que participou do evento progressista, declara que trabalha para confirmar a aliança com o PP e outras legendas da oposição. Nesta articulação, ainda cita o PSD, que está dividido entre o apoio ou repulsa ao tucano.

O senador diz não colocar vetos a partidos que demonstrarem simpatia pelo seu projeto. Garante que ao contrário do que ocorreu no atual governo, em eventual vitória, irá administrar com os partidos que lhe ajudaram na eleição.

Na manhã de hoje,  o partido  apresentou o Plano de Políticas Públicas do Progressista. São diretrizes que trazem propostas relacionadas a temas como: Reorganização e Modernização Administrativa, Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, Projetos Especiais (Inovação), Serviços Públicos. O documento foi projetado pelo sociólogo e economista Maurício Munhoz.

Conforme Ezequiel, o partido só irá apoiar um candidato ao Palácio Paiaguás que aceitar e colaborar com a melhoria de tal plano. Relembra que a legenda ajudou Taques a se eleger, mas errou ao não cobrar que o programa de governo fosse composto por metas possíveis de serem cumpridas.

“O Progressistas sai na frente, apresentando o que o partido pensa para o Estado. É uma sinalização de que o partido não vai mais entrar em barca furada. Queremos discutir políticas públicas, ouvindo a sociedade. Continuamos abertos para agregarmos valores”, pontua.


RDNews

 

 

 

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