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Exame para confirmar se professora morreu de H1N1 deve sair em 30 dias; 2 parentes internados

 
No atestado de óbito da professora Camila Ramos de Souza, de 29 anos, que morreu nesse domingo, consta como causa pneumonia bacteriana. Porém, a diretoria do Hospital Regional de Sorriso (HRS) diz que somente em 30 dias é que ficará pronto o exame que pode apontar ou descartar a infecção por H1N1, conhecida popularmente como gripe suína.

A infecção por H1N1 continua sendo investigada, uma vez que a educadora morreu rapidamente após contrair uma gripe. De acordo com diretora do HRS, Luciele Benin, Camila foi transferida de um hospital particular da cidade e, rapidamente, sofreu com quadro agravado de insuficiência respiratória.

A professora ficou internada no box de emergência, onde foi tratada com antibióticos de largo espectro e antiviral, mas não resistiu à doença.

Agora, o HRS informou que precisa aguardar o resultado dos exames por aproximadamente 30 dias. “Nós não temos governabilidade para acelerar o processo até porque é um exame que demora”.

Conforme o hospital, outros dois parentes de Camila estão internados na unidade médica com sintomas semelhantes, mas em estado estável. “Há, no momento, apenas casos em investigação [para H1N1]. Precisamos esperar os resultados dos exames”.

Ainda segundo o HRS, Camila sofreu uma pneumonia atípica e agressiva haja vista que faleceu em um curto espaço de tempo. Os médicos alertam que ao sentir sintomas de tosse, febre, dor torácica, secreção, além de outros, é preciso receber tratamento adequado.


Portal de Sorriso

 

 

 

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