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Família de estudante morta em massacre de Parkland processa treinador

Ex-treinador de beisebol disse que viu atirador entrando no campus e sabia que era potencialmente perigoso . Massacre em fevereiro em escola da Flórida deixou 17 mortos.

 
 -  Meadow Pollack, uma das vítimas do tiroteio em escola de Parkland, na Flórida  Foto: Reprodução/Facebook/Jeffrey Berg
Meadow Pollack, uma das vítimas do tiroteio em escola de Parkland, na Flórida Foto: Reprodução/Facebook/Jeffrey Berg

A família da estudante Meadow Pollack, uma das 17 pessoas que morreram em um tiroteio ocorrido em fevereiro em um colégio de Parkland, no sudeste da Flórida, entrou com um processo nesta quinta-feira (9) contra o ex-treinador de beisebol Andrew Medina pela inação para deter o agressor.

Hunter Pollack, irmão de Meadow, afirmou no Twitter que sua família tinha interposto uma demanda por homicídio culposo contra Medina.

"Estamos no curso de expôr os fracassos de todos os funcionários dos colégios do (condado) de Broward que falharam com a minha pequena irmã". "Quem é o próximo?", escreveu Pollack.

Medina foi demitido meses depois do massacre cometido em 14 de fevereiro por Nikolas Cruz, de 19 anos, que matou 17 pessoas do colégio Marjory Stoneman Douglas. Cruz tinha sido expulso do colégio por faltas disciplinares meses antes de cometer o massacre, e enfrenta agora 17 acusações por assassinato premeditado e outras tantas por tentativa de assassinato, pelas quais pode ser condenado à morte.

Os estudantes da Marjory Stoneman Douglas High School, na Flórida, são retirados em fila do prédio da escola depois que um tiroteio deixou mortos e feridos; a polícia afirmou que o atirador é um estudante de 19 anos que havia sido expulso da escola (Foto: Mike Stocker/South Florida Sun-Sentinel via AP) Os estudantes da Marjory Stoneman Douglas High School, na Flórida, são retirados em fila do prédio da escola depois que um tiroteio deixou mortos e feridos; a polícia afirmou que o atirador é um estudante de 19 anos que havia sido expulso da escola (Foto: Mike Stocker/South Florida Sun-Sentinel via AP)

Os estudantes da Marjory Stoneman Douglas High School, na Flórida, são retirados em fila do prédio da escola depois que um tiroteio deixou mortos e feridos; a polícia afirmou que o atirador é um estudante de 19 anos que havia sido expulso da escola (Foto: Mike Stocker/South Florida Sun-Sentinel via AP)

Segundo as autoridades, Medina disse para os detetives responsáveis pela investigação que tinha visto Cruz entrar no campus no dia do tiroteio e que estava claro que era um "ex-estudante potencialmente perigoso", mas que não enfrentou o rapaz e nem tocou o alarme que teria fechado as entradas de acesso ao instituto.

Mas, pouco depois, Medina voltou atrás em algumas de suas declarações e alegou que Cruz estava longe demais para que ele pudesse identificá-lo como agressor.

Medina seria transferido do colégio Marjory Stoneman Douglas a outro centro depois que uma investigação mostrou que era alvo de queixas por assédio sexual apresentado por várias estudantes contra ele.

A família de Pollack afirmou que Meadow, de 18 anos, era uma das alunas que acusaram Medina de suposto assédio sexual quando trabalhava no colégio como treinador de beisebol e monitor de segurança.

 

 

 

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