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Professor é gravado empurrando aluno em sala de aula e é denunciado pela mãe de estudante em MT

 
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Um professor da Escola Municipal Fausto Masson, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, foi filmado ao tentar impedir que um estudante saísse da sala de aula. O vídeo mostra o professor Rodney Garcia empurrando o aluno para dentro da sala. A mãe do aluno denunciou o professor ao Conselho Tutelar.

O professor, que dá aula de português na unidade de ensino, negou as agressões e alegou que o aluno se jogou ao tentar passar pela porta.

“Tive acesso ao vídeo e o que vi é um aluno tentando passar por cima do professor. Ele se joga e o professor apenas o empurra para trás. Em 31 anos de profissão, em hipótese alguma mancharia meu nome e a minha carreira”, alegou o professor.

De acordo com a mãe do aluno, Josélia Medeiros do Nascimento, essa não é a primeira vez que o professor comete agressões contra o filho dela.

“Agressão física já é a segunda vez, mas agressão verbal é o ano todo. Ele chama os alunos de retardados, imbecil”, contou.

Segundo o Conselho Tutelar do município, já existem outras ocorrências contra o mesmo professor.

“Em 2017 já tivemos outras denúncias envolvendo três adolescentes. Na época, ouvimos os alunos, os pais, o secretário de Educação e também a escola”, disse o conselheiro tutelar Mathias da Silva Félix.

O secretário de Educação do município, Adriano Fernandes, disse que um processo administrativo foi aberto para apurar o caso. A denúncia também foi enviada para a secretaria de Administração do município.

“Mesmo hoje ocorrendo algumas agressões por parte dos alunos, não é uma atitude correta o professor revidar a agressão”, disse o conselheiro tutelar.

De acordo com Adriano, o professor vai continuar dando aulas. No entanto, a mãe do aluno quer tirar o filho da escola.

“Ao invés do meu filho aprender, ele vai ficar mais violento. Ele me disse que não consegue fazer a tarefa na aula, porque o professor trata ele diferente”, disse.

O professor, no entanto, questiona a atitude dos pais e diz que eles deveriam perguntar o que aconteceu antes da confusão começar.

“Os pais e aqueles que criticam o processo educacional deveriam perguntar o que foi dito ou o que eventualmente aconteceu que culminou essa ação que o aluno se joga para cima do professor e para se defender o empurra para trás”, questionou.


G1MT

 

 

 

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