Cidades

Cidades

Fechar
PUBLICIDADE

Cidades

Júri de mulher acusada de matar a própria mãe é retomado em Belém

Aretha Caroline Correa de Sales é acusada da morte da mãe Maria Odinéia Correa para ficar com a herança. Na mesma sessão são julgados Rosivaldo Gemaque Lima, Raphael de Sousa Silva e Carlos Alessandro Duarte, acusados de participar do crime.

 
 -  Funcionária pública Maria Odinéia Correa foi assassinada a facadas em 2012.  Foto: Reprodução/TV Liberal
Funcionária pública Maria Odinéia Correa foi assassinada a facadas em 2012. Foto: Reprodução/TV Liberal

A Justiça do Pará retomou na manhã desta terça (11) o julgamento que iniciou na segunda-feira (10) dos acusados de matarem a servidora pública Maria Odinéia Correa, no ano de 2012 em Belém. Entre os réus está a filha da vítima, Aretha Caroline Correa de Sales, acusada de ser a mandante do crime. Este é o segundo julgamento do caso, o primeiro foi anulado.

Aretha, atualmente com 35 anos, é acusada da morte da mãe Maria Odinéia Correa, de 52 anos. A morte de Odinéia aconteceu no dia 28 de julho de 2012, na residência da vítima localizada na avenida Tavares Bastos.

Na mesma sessão do júri também são julgados Rosivaldo Gemaque Lima, Raphael de Sousa Silva e Carlos Alessandro Duarte, acusados de participar do homicídio qualificado planejado pela ré e seu então namorado Raphael.

Funcionária pública Maria Odinéia Correa foi assassinada a facadas em 2012. (Foto: Reprodução/TV Liberal) Funcionária pública Maria Odinéia Correa foi assassinada a facadas em 2012. (Foto: Reprodução/TV Liberal)

Funcionária pública Maria Odinéia Correa foi assassinada a facadas em 2012. (Foto: Reprodução/TV Liberal)

O crime

A funcionária pública Maria Odinéia Correa foi morta no dia 28 de julho de 2012, dentro de sua casa, localizada em uma vila na travessa Tavares Bastos, bairro da Marambaia em Belém. De acordo com a polícia, no momento do crime, estavam na residência a afilhada e a filha da vítima, além do neto, de apenas 4 meses de idade.

A filha de Maria Odinéia, Aretha, então com 19 anos, afirmou, em depoimento à polícia, que um homem teria entrado na casa e rendido todas. Segundo ela, o suspeito portava uma arma de fogo e pediu para que a afilhada, de 15 anos, ajudasse a pegar as cordas que usaria para amarrar a vítima. Como a adolescente ficou muito nervosa, ele a expulsou e fez tudo sozinho. Amarrou as mãos e as pernas dela, a amordaçou e a executou lentamente, com três facadas no pescoço e seis no tórax.

À época, a principal suspeita da polícia era de que o crime se tratava de um acerto de contas, por dívidas que Maria Odinéia teria com agiotas. A linha de investigação foi confirmada por Aretha, que informou à polícia que havia descoberto um recibo de dívida no valor de R$ 17 mil.

No entanto, o avanço das investigações envolveu a participação de Aretha e do namorado, Rosivaldo Gemaque, como mandantes do crime. Eles teriam contratado dois homens para forjar o latrocínio. O objetivo do casal era ter acesso à herança da vítima.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE