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POLÍTICA

Mauro chama Ceasa de cabide de empregos e promete extinguir central

 
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O candidato ao Governo Mauro Mendes (DEM) acusou seu principal adversário, o governador e candidato à reeleição, Pedro Taques (PSDB), de gastar R$ 200 mil por mês para pagar salário de indicados políticos que atuam na Central de Abastecimento do Estado (Ceasa-MT).

De acordo com o democrata, a central não produz nada e só gera gastos ao Estado.

“Existe aqui uma tal de Ceasa que gasta quase R$ 200 mil por mês e não produziu absolutamente nada, a não ser para pagar salário de indicações políticas”, disse durante entrevista ao programa MTTV 1ª edição da última segunda-feira (10).

“Existe aqui uma tal de Ceasa que gasta quase R$ 200 mil por mês e não produziu absolutamente nada, a não ser para pagar salário de indicações políticas”, disse Mendes.

“É um órgão que foi criado, mas só fica no papel. [Taques] deveria promover o Centro de Abastecimento na nossa Capital que, como prefeito, fiz na saída do Distrito Industrial, em um grande centro atacadista que já cumpre esse papel”, acrescentou.

A Central de Abastecimento do Estado é uma sociedade anônima de Economia Mista, que tem como objetivo de centralizar o abastecimento de frutas, legumes e verduras e para auxiliar o crescimento dos produtores, atacadistas e varejistas.

Redução de secretarias

Mauro Mendes prometeu que, caso seja eleito, pretende reduzir o número de secretarias do Estado para aperfeiçoar a máquina pública. Por enquanto, ele ainda não sabe quais pastas pretende extinguir ou fundir, mas afirma que há estudos para confirmar as áreas que sofrerão cortes.

“Estamos fazendo alguns estudos, mas existem informações preliminares de que dá para reduzir em torno de 15 a 16 secretarias. Gente, nós precisamos economizar na máquina pública para investir naquilo que importa ao cidadão”, declarou.

“A profundidade desse estudo vai demandar muito mais tempo, mas vamos reduzir [os gastos]. Isso será definido durante a nossa transição”, argumentou.

Com a mudança, Mauro destaca que pretende reduzir 30% dos cargos comissionados e investir os recursos 100% na área da Saúde.

“Vamos cortar cargos comissionados, principalmente, esses cargos que são indicação política. Vamos cortar cerca de 30% desses penduricalhos e o dinheiro remanejaremos 100% para à pasta da Saúde”, frisou.


ReporterMT

 

 

 

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