Cidades

Cidades

Fechar
PUBLICIDADE

Cidades

‘Não participei, não indiquei’, diz Antônio Rocha sobre contrato com a Vox Comunicação

Empresa é alvo da 11ª fase da Operação Perfuga, deflagrada na manhã desta quinta-feira 8 .

 
 -   head  meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec
head meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec

O presidente da Câmara Municipal de Santarém, no oeste do Pará, vereador Antônio Rocha (MDB) está na sede do poder legislativo acompanhando a verificação de documentos referentes ao contrato 016/2017-CMS, firmado com a Vox Comunicação em 2017, alvo da operação "Propagare". Segundo Rocha, a licitação foi feita dentro da lei, sem cartas marcadas ou qualquer outra irregularidade.

Antônio Rocha durante solenidade na Câmara de Vereadores de Santarém — Foto: Adonias Silva/Arquivo/G1 Antônio Rocha durante solenidade na Câmara de Vereadores de Santarém — Foto: Adonias Silva/Arquivo/G1

Antônio Rocha durante solenidade na Câmara de Vereadores de Santarém — Foto: Adonias Silva/Arquivo/G1

“O MP quer os documentos sobre as divulgações e o contrato com a empresa Vox. Foi feita licitação, eu não participei, não indiquei. Aquilo que foi feito na licitação nós estamos cumprindo como a lei manda. Pagamos pelos serviços prestados, conforme a empresa tem apresentado as notas fiscais e de serviço. Nós temos que apresentar tudo aquilo como feito. Estou com a consciência livre e estou fazendo o que é melhor pela Câmara”, assegurou Rocha.

Ainda de acordo com o presidente da Câmara, todas as informações solicitadas pelo MP estão sendo prestadas, bem como os documentos estão sendo apresentados.

“Nós estamos recebendo aqui o promotor Bruno Fernandes, que representa o Ministério Público nessa operação, e nós sempre tivemos aqui, desde o dia que assumi a presidência da Casa, abertos ao Ministério Público, para que ele faça o seu papel de fiscalização e até ajudar a administrar essa Casa, porque quando recebi foi cheia de problemas e nós estamos tentando fazer o melhor”, pontuou Rocha.

As investigações segundo Ministério Público apontam, até o presente momento, fortes indícios de direcionamento para que a empresa Vox Comunicação se sagrasse vencedora da licitação ocorrida no âmbito da Câmara em 2017, na modalidade Tomada de Preços (n° 001/2017-CMS) e que resultou no Contrato 016/2017-CMS.

De acordo com o MP, documentos foram forjados para beneficiar a empresa investigada, possibilitando a participação na licitação, inclusive com sessões obrigatórias por lei que não ocorreram na prática. Entretanto, forjaram atas da sessão, com a finalidade de dar aparência de realização.

O valor total contratado foi de R$ 260 mil, divididos em R$ 130 mil para 2017 e R$ 130 mil para 2018. Esse contrato, que ainda está em vigor, já foi objeto de busca e apreensão na Câmara na “Operação Xeque Mate”, ocorrida em 14.08.18.

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE