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Assassino confesso de policial militar é condenado a 13 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado

Crime aconteceu em abril de 2017. Na época, o acusado alegou que atirou no policial em meio a uma briga por ciúmes.

 
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O réu Marlon de Souza Nascimento, 22 anos, assassino confesso do sargento Pm Alcélio Farias do Carmo, foi condenado à unanimidade pelo conselho de setença do júri popular realizado nesta terça-feiora (4), em Santarém. A pena aplicada pelo juiz 3ª Vara Criminal de Santarém – Privativa do Tribunal do Júri, Gabriel Veloso, foi de 13 anos e 9 meses em regime fechado.

O crime aconteceu no dia 10 de abril de 2017. Marlon afirmou que teve um caso amoroso com o sargento e que a vítima teria ficado com ciúmes por causa de uma nova relação do jovem com uma mulher, o que teria levado o policial a tentar matá-lo no dia do crime, mas Marlon sacou a arma que o sargento havia lhe dado e disparou contra o suposto ex-amante.

Durante o julgamento, o promotor do caso, Ramon Furtado defendeu a desclassificação do crime para latrocínio, já que bens da vítima foram subtraídas do local do crime, mas a defesa feita pelos advogados Igor Dolzanis e Wlandre Leal rechaçou a tese, pedindo aos jurados que considerassem o Homicídio Privilegiado, por conta da situação de crime passional.

Leia: Suspeito de matar sargento da PM confessa crime: 'Ele estava enciumado'

Os jurados desconsideraram as duas teses e acataram o que constava da Sentença de Pronúncia, no caso homicídio qualificado, considerando o réu culpado.

Acusação e defesa têm cinco dias para apelar da sentença do juiz. O réu, que está preso desde a data do crime, aguardará possível recurso no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (Crashm).

 

 

 

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