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Presidente do Equador diz que há condições para Assange deixar a embaixada em Londres

Fundador do WikiLeaks está refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012.

 
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O presidente do Equador, Lenín Moreno, disse nesta quinta-feira (6) que o governo britânico forneceu garantias suficientes para que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deixe a embaixada do Equador em Londres.

Assange buscou refúgio na embaixada equatoriana fugindo de um mandado de prisão europeu porque a Suécia o reivindicava como suspeito de crimes sexuais cometidos em 2010. A Justiça sueca arquivou a investigação, mas a polícia britânica ainda quer prendê-lo por violar os termos de sua liberdade condicional em 2012.

Assange também teme sair da embaixada e acabar em uma prisão dos Estados Unidos pelo vazamento de segredos de Estado do país.

Em entrevista à Associação Equatoriana de Radiodifusão, Moreno disse que foram feitas negociações com o governo britânico em que o Equador pediu "o respeito ao direito humano, à vida do senhor Assange". Segundo Moreno, foram pedidas garantias de que Assange não seja extraditado a nenhum país em que corra perigo de vida ou que haja pena de morte.

O presidente equatoriano afirmou que recebeu uma comunicação oficial do governo britânico afirmando que a Constituição local impede que uma pessoa seja extraditada a um local em que possa correr perigo de vida.

"Está feito o caminho para que o senhor Assange tome a decisão de sair a uma quase liberdade... porque ele não se apresentou aos juízes britânicos e tem que pagar uma pena não grande por isso. Isso será decidido pela Justiça britânica", disse o presidente equatoriano.

Moreno, que tomou posse em maio de 2017, insiste que Assange deve deixar a representação diplomática do país em Londres. Em março, o governo cortou seu acesso à internet e restringiu as visitas. Seus advogados afirmam que ele está detido arbitrariamente na embaixada e pedem que o Reino Unido forneça garantias de que ele não será extraditado para os EUA.

 

 

 

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