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Centro de Treinamento em Manejo Florestal deve ser implantado em Juruti

Para 2019, está prevista a construção do projeto básico executivo, com a infraestrutura e também o aparelhamento do Centro.

 
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O município de Juruti, no oeste do Pará, deve receber um Centro de Treinamento em Manejo Florestal. Esta semana, o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado (Ideflor-bio) recebeu a primeira parcela do recurso que será aplicado na implantação do Centro. O valor de R$ 1,3 milhões foi repassado pelo Serviço Florestal Brasileiro, que gerencia as concessões florestais federais, e é proveniente de concessões florestais federais existentes no estado.

Com o recurso, o Ideflor-bio dará início ao processo de implantação do Centro, que deve estar em funcionamento já em meados de 2020. “O primeiro passo é a realização de pesquisas para a consolidação do Plano Gestor, que apresentará um diagnóstico que guiará as bases de funcionamento do Centro e suas linhas de atuação”, esclarece Iranilda Moraes, geógrafa e técnica do Ideflor-bio.

Para 2019, está prevista a construção do projeto básico executivo, com a infraestrutura, e também o aparelhamento do Centro, com equipamentos e pessoal especializado. Uma segunda parcela do recurso voltado a construção do Centro de Treinamento deve ser repassada ao Ideflor-bio em 2019. Além disso, outras fontes de recursos financeiros, humanos e técnicos ainda serão captadas por meio de parcerias com outras instituições públicas e privadas.

O Centro tem o objetivo de capacitação de pessoal e a realização de pesquisas e extensão voltadas ao setor florestal no Pará. “A ideia é que o público seja beneficiado com ações de treinamento para o manejo florestal, seja madeireiro ou não madeireiro, e até mesmo a restauração. O Centro propõe também a produção de conhecimentos e novas práticas que sejam mais um elemento de desenvolvimento para o setor florestal no Pará”, explica a geógrafa.

A área destinada a implantação do Centro tem cerca de 34 mil hectares e foi definida pelo Decreto Estadual Nº 105, de 2011, o qual previa a sua implantação. Segundo Iranilda Moraes, esse espaço é propício, pois fica no conjunto de glebas Mamuru Arapiuns, onde o Estado já possui cerca de 150 mil hectares de florestas sob concessão geridas pelo Ideflor-bio, 100 mil hectares previstos para novas concessões; além de áreas de manejo privado e cerca de 350 mil hectares destinados para o manejo comunitário, em assentamentos.

“Considerando o contexto em que ele está inserido, as ações serão ofertadas para um público diverso: as empresas do setor privado que trabalham no setor florestal; as comunidades e pessoas que vivem do manejo florestal comunitário; além de ONGs, terceiro setor, o público universitário e outros públicos que, mesmo não diretamente em atividades de manejo, estejam relacionados com o setor florestal”, acrescenta Iranilda.

“Queremos garantir que o Centro funcione em curto, médio e longo prazo, pois o nosso estado carece de instituições e espaços para o treinamento do setor florestal. Não dá para falar de desenvolvimento sustentável do setor florestal sem oferecer oportunidades de capacitação, treinamento e melhoria da mão de obra e da gestão e o Centro busca ser uma das formas de suprir essas necessidades”, reiterou a técnica do Ideflor-bio.

 

 

 

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