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Após dois anos de espera, jovem com esquizofrenia será transferida para tratamento em Belém

Rita de Cássia, de 20 anos, apresenta quadro de esquizofrenia paranoide e será submetida ao tratamento de eletroconvulsoterapia no Hospital Gaspar Viana.

 
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Depois de dois anos de espera, uma jovem com esquizofrenia, moradora de Santarém, oeste do Pará, será transferida para Belém, onde passará por um tratamento mais intenso a fim de que ela possa voltar a conviver em sociedade.

Rita de Cássia dos Santos, de 20 anos, é atendida no Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo desde 2016. Os medicamentos para amenizar os surtos não estão mais surtindo efeitos na paciente, que fica muito agressiva.

Por esse motivo, Rita precisa ser transferida para Belém onde será submetida a eletroconvulsoterapia, um dos principais tratamentos para amenizar os surtos da doença, que não tem cura.

De acordo com a secretária de Saúde de Santarém, Dayane Lima, a transferência de Rita para Belém é uma vitória para o hospital e para a Semsa, que desde 2017 buscavam ações para este tratamento. “É uma conquista! A Rita já tem uma história bem grande e a gente vê que esse tratamento em Belém vai ser um grande benefício para ela a gente crê que ela vai ter uma melhora, que é o nosso desejo. A gente torce que ela possa voltar a conviver em sociedade mesmo, ter uma vida normal”, contou.

A transferência de Rita via TFD (Tratamento Fora do Domicílio) só foi possível através de uma ação judicial.

De acordo com a psicóloga Lígia Carla, a paciente apresenta o quadro de esquizofrenia paranoide. Ela está estável, sob os efeitos das medicações, está consciente e calma, conversa com os médicos e enfermeiras. Rita fica sozinha em um espaço do hospital, porque fica agressiva durante os surtos. Em outras ocasiões, Rita já conseguiu fugir do hospital pelas janelas e pelo forro.

Viagem

Para o transporte de Rita até Belém, foi solicitada uma aeronave, UTI área, porém a equipe médica aguarda a confirmação deste transporte para adotar a conduta médica necessária para acalmá-la até a chegada na capital do estado.

Por ser agressiva durante os surtos, esse comportamento pode colocar em risco à tripulação. Uma das possibilidades é sedar a paciente ou aumentar a dosagem das medicações para mantê-la calma durante a viagem.

 

 

 

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