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POLÍCIA

Policial Militar que matou colega de farda é excluído da corporação

 
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A Justiça decidiu condenar o policial militar Wagner Alves Evangelista à perda da graduação de praça e à exclusão da corporação por matar um colega de farda no município de Colniza.

Os desembargadores do TJMT julgaram a ação procedente por unanimidade, reconhecendo a indignidade do policial para o exercício do cargo.


Segundo investigações, o acusado teria saído do trabalho, sem ordem superior, para se encontrar com outra mulher, e retornado somente após meia hora. Conta ainda que a vítima seria amiga do companheiro dessa mulher com que o PM havia se encontrado, e teria tomado conhecimento desse encontro.  


O militar ao voltar para o quartel e encontrou a vítima na sala de rádio, foi quando se aproximou do mesmo e efetuou quatro tiros na cabeça do militar. Para se desvencilhar das acusações, o mesmo ainda teria pedido para dois colegas militares que declarassem que estavam juntos realizando rondas no momento do crime.  


De acordo com o processo criminal, o denunciando era extremamente agressivo, ciumento e explosivo e, no dia do fato, teria flagrado a vítima olhando fotografia de sua companheira no computador da sede do Comando da Polícia Militar de Colniza, onde os dois estavam de plantão.  


O policial foi condenado à pena privativa de liberdade de 15 anos de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, abandono de posto e falsidade ideológica, com o processo transitado em julgado em 2015.


Da redação

 

 

 

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