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Difícil ganhar de quem burla as leis, alfineta Fávaro sobre Selma

 
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A novela sobre a cassação da senadora Selma Arruda (PSL) está longe de terminar. Não só porque o caso ainda vai ser julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas porque os possíveis candidatos de uma eleição suplementar causada pela cassação já começaram a se manifestar. Carlos Fávaro (PSD), terceiro colocado nas últimas eleições é um deles, que afirmou esta semana que com concorrência desleal é difícil mesmo ganhar, alfinetando Selma sobre a questão do caixa dois e abuso de poder econômico.

Segundo o presidente do PSD em Mato Grosso, “é difícil bater quem comete irregularidades, quem larga antes da hora, gasta mais do que pode. Difícil mesmo ganhar de quem burla as leis”. No entanto, ele afirma que vai continuar jogando limpo, como fez nas eleições do ano passado. “Eu vou fazer dentro da lei, fiz dentro das regras, e vou fazer de novo”.

Ainda sobre Selma, Fávaro avalia que não houve equívoco ou inexperiência no acaso, até porque a senadora atuou como magistrada por mais de 20 anos. “Não dá pra entender porque cometeu atos desregrados, por quem entende das leis. Aí vejo [ela] dizendo ‘vou provar a minha boa fé’. O que está em pauta não é boa fé. É provar se cometeu ou não irregularidades. E foi comprovado de cometeu”.

Por enquanto o presidente do PSD afirma que aguarda o desenrolar do caso junto ao TSE e espera que a cassação seja mantida. “Tem uma resolução no TSE que fala de casos de caixa dois e abuso de poder econômico seja julgado até setembro. Já tem essa resolução deles. E a justiça tem se mostrado bastante célere e comprometida com o combate a crimes de caixa dois, corrupção e eu acredito que nesse prazo deve acontecer”.

Em caso de novas eleições, o que já consta na decisão do TRE, Fávaro já se declarou candidato e conta com o apoio do governador Mauro Mendes (DEM), que esteve ao seu lado nas últimas eleições. “Ele [Mauro Mendes] espontaneamente, sem ter conversado com sobre o assunto, declarou que não tem nenhum motivo para não me apoiar e eu fiquei muito feliz com essa declaração. E se tiver novas eleições ele será fundamental. É um grande cabo eleitoral e tenho a honra de ter o apoio dele”.

Desde a cassação há uma semana, a senadora não deu entrevistas para a imprensa local. No entanto, tem reforçado, vias redes sociais, o apoio que tem recebido de lideranças políticas e de eleitores. Além, claro, de emitir algumas opiniões como o número de votos conquistados na sua única eleição. 


Gazeta Digital

 

 

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