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POLÍTICA

Deputado será julgado na 7ª Vara por participação em desvios de R$ 30 milhões

 
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O deputado estadual Romoaldo Júnior (MDB) deverá ser julgado em 1ª instância por suposta participação em esquema de desvios no Detran-MT. A decisão foi tomada pelo desembargador Paulo da Cunha, do Tribunal de Justiça.

Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), os crimes investigados nas operações Bereré e Bônus causaram prejuízo de cerca de R$ 30 milhões aos cofres públicos.


O MPE denunciou 58 pessoas entre parlamentares, assessores, familiares, empresários e outros. O desembargador ainda deve aceitar a denúncia criminal para que o processo de oitiva de testemunhas e acusados tenha início e o julgamento tenha andamento.


Na primeira fase da operação Bereré, teve início com a colaboração premiada do ex-presidente do Detran-MT Teodoro Moreira Lopes, conhecido como Dóia. O delator apontou para a liderança do ex-deputado federal Pedro Henry e do ex-deputado estadual Mauro Savi no esquema, que ainda envolveria o ex-governador Silval Barbosa, outro que fechou acordo de colaboração.


Já na segunda fase, apelidada de Bônus, a principal delação foi de José Ferreira Gonçalves Neto, sócio da EIG Mercados (antiga FDL Fidúcia), empresa que detinha contrato com o Detran-MT e teria desviado recursos lavados por meio da Santos Treinamentos. De acordo com o empresário, o ex-secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques teria recebido R$ 2,6 milhões pagos por meio do então diretor da EIG, José Kobori.


Os recursos teriam sido distribuídos aos parlamentares por meio dos assessores e outras pessoas ligadas a eles em pagamentos e transferências feitos pela Santos Treinamentos.


Da redação

 

 

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