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Sessão na Câmara dos Vereadores de Altamira termina em tumulto

O tumulto aconteceu após a aprovação de um novo plano de cargos, carreiras e remuneração do funcionalismo público municipal.

 

Terminou em confusão a sessão da Câmara de Vereadores de Altamira, sudeste do Pará. O tumulto aconteceu após a aprovação de um novo plano de cargos, carreiras e remuneração do funcionalismo público municipal. Dezenas de professores que acompanhavam a sessão ficaram revoltados com a decisão e fizeram uma manifestação.

Os manifestantes chegaram a ocupar a mesa da casa e depois continuaram o protesto em frente ao prédio. Eles alegam que a categoria perdeu direitos conquistados como algumas gratificações. Das 10 emendas que foram propostas pela base governista, quatro que contemplavam os profissionais da educação ficaram fora do novo plano de cargos, carreira e remunerações do município de Altamira. As emendas propostas pelos vereadores de oposição também foram rejeitadas

“Eu saio daqui hoje muito triste por esse ato de covardia que fizeram com a classe trabalhadora do município. Vamos ao MP chamar atenção e dizer que aqui tem homens e mulheres dignas que tem que ser respeitada “, disse o vereador Marcos Nascimento.

De acordo com no Sintepp, a mesa diretora da câmara votou nesse projeto sem debate, sem participação. Ainda segundo o sindicato as emendas que foram propostas pelos professores não foram acatadas desvalorizando mais uma vez a categoria. Com as mudanças aprovadas foram extintos também cargos de vigilante, gari e auxiliar de serviços gerais da prefeitura. Segundo os vereadores da oposição, com essa decisão não haverá concursos públicos e empresas serão privatizadas.

Esse plano de cargos e carreira reformulado deverá ser encaminhado para a sanção do prefeito de Altamira num prazo de 15 dias. Após esse prazo, será lançado o edital para realização do concurso público do município que não acontece há 15 anos. O concurso deverá disponibilizar vagas para todas as áreas do funcionalismo municipal. De acordo com o presidente da câmara, 70% das reinvindicações feitas pelo Sindicado dos Trabalhadores da Educação do Pará (Sintepp) teriam sido atendidas.

 

 

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