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A canabis deveria ser legalizada ou não?

 

O debate sobre a legalização da maconha está em pauta em diversos lugares do mundo, Alguns países já legalizaram a substância, outros são declarados contra a legalização da mesma, e outros países estão em discussão e análise das possibilidades.

 

As opiniões contra e a favor vão desde opinião pública, até especialistas das mais diversas áreas, tanto médica quanto educacional e do campo da psicologia. O debate também passa por grupos mais conservadores e liberais, que defendem seus lados fervorosamente. Apesar do assunto ser delicado e trazer vários pontos a tona, é importante discutir e refletir sobre os dois lados, para que se consiga chegar a melhor conclusão possível.

 

Antes de debater os pontos dos dois lados, é importante entender um pouco melhor sobre a substância. A canabis é uma planta com mais de 400 químicos, porém estes componentes podem ser psicoativos ou não. Grande parte dos efeitos da planta são resultado de apenas dois componentes, o canabidiol e o THC. O primeiro é utilizado inclusive para tratar doenças e reduzir dores, além de regular funções básicas do organismo. Já o segundo altera os neurotransmissores no cérebro e traz alguns estímulos sensoriais inclusive.

 

Pontos a favor da legalização

Um dos grandes pontos reforçados nesse grupo é que ela é mais segura e traz menos danos ao corpo humano do que a nicotina e o álcool, duas substâncias legalizadas e aceitas na maioria dos países do mundo. Alguns estudos indicam que, diferente da nicotina, além de não provocar câncer, a canabis ajuda a reduzir os riscos de seu aparecimento.

 

Outro ponto defendido pelos grupos a favor é que com a legalização, diminui-se o consumo ilegal e a violência do tráfico. Com a substância regularizada, o controle é muito mais fácil e a guerra pelo controle de drogas ilícitas perde um pouco de sua força. 

 

Pontos contra a legalização

Os grupos que são contrários a legalização da substância, argumentam sobre os efeitos colaterais que a cannabis pode exercer no corpo, e os perigos para o indivíduo. A percepção e estado de humor ficam alterados, os reflexos ficam prejudicados, bem como pensamentos e capacidade de resolução de problemas. Dessa forma, é difícil garantir que o indivíduo teria plena capacidade de tomar decisões ou de interagir socialmente no dia a dia.

 

Estudos indicam que a utilização de cannabis pode até duplicar o risco de um acidente de trânsito, por exemplo. Um outro ponto defendido é que a legalização da maconha pode passar uma mensagem errada a todos os grupos que nunca se interessaram por experimentar qualquer tipo de substância do tipo, especialmente jovens vulneráveis. E isso poderia potencialmente aumentar o uso indevido de drogas.

 

Os dois lados precisam ser analisados com muita cautela para que se chegue à melhor opção para o país, a níveis de segurança, econômicos e sociais. Ainda há muito a ser debatido e estudado, mas é importante manter o canal de debate aberto e ativo, garantindo que a informação circule para todos os lados.

 

 

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