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Instituto Evandro Chagas presencia deposição de resíduos e a presença de catadores no Lixão do Aurá, em Ananindeua

Ministério Público solicitou vistoria técnica do instituto porque vem recebendo denúncias de que ainda há descarte no local. Lixão foi fechado em 2015 por força de lei.

 
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Técnicos do Instituto Evandro Chagas (IEC) presenciaram deposição de resíduos e presença de catadores no lixão desativado do Aurá, em Ananindeua, região metropolitana de Belém. O depósito de resíduos no local está proibido desde 2015, quando entrou em vigor a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Belém e aguarda o posicionamento.

A ação do IEC aconteceu no última dia 3 de julho, depois da solicitação feita pelo Ministério Público do Pará (MPPA). O órgão recebeu diversas denúncias de moradores próximos ao lixão de que o local voltou a ser utilizado e por isso peixes e camarões estariam aparecendo mortos desde o dia 25 de junho nos igarapés que ficam na bacia do Aurá.

Segundo o promotor de justiça Raimundo Moraes, a vida dos animais marinhos na bacia do Aurá está em risco com a reutilização do lixão.

"Tal fenômeno é a mortandade de peixes e camarões em vários igarapés daquela bacia, certamente em razão do percolamento do chorume não tratado por via superficial ou subterrânea e alcançando, assim, toda a bacia", explicou.

 

 

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