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Inauguração de casa da farinha incentiva cadeia produtiva da mandioca em Juruti

Projetos desenvolvidos no município vêm alavancando a produção e ajudando a melhorar a vida de moradores.

 
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Inaugurada há uma semana, a Casa de Farinha da Associação de Produtores Rurais Familiares das Comunidades Nova Galileia e Nova Esperança (Aspefange), na região de Juruti Velho, vai dinamizar a cadeia produtiva da mandioca em Juruti, oeste do Pará.

A casa de farinha foi montada com apoio do Instituto Alcoa, que em 2017, liderou incentivo para equipar o espaço e capacitar os produtores do município.

As atividades foram embasadas no diagnóstico das oportunidades da agricultura familiar desenvolvido no município por meio do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade (Probio II), do Ministério do Meio Ambiente, com o apoio do Instituto Juruti Sustentável (IJUS), iniciado em 2015, com o objetivo de levantar dados para suportar o desenvolvimento das cadeias de produção familiar em Juruti.

Nos diagnósticos foram identificadas três principais cadeias produtivas: horticultura, fruticultura, e farinha e derivados da mandioca, o que possibilitou a construção de um plano de ação que visa a melhoria da qualidade de vida da agricultura familiar no município.

Outra iniciativa é o Projeto Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Farinha de Mandioca no Município de Juruti, aprovado em 2018, para ser executado pelo Sebrae. O objetivo é melhorar o desempenho das empresas que irão participar do projeto, inserindo a visão empresarial e gerindo a propriedade, bem como a produção, de maneira mais profissional.

Parceria com o Sebrae visa melhorar o desempenho das empresas que irão participar do projeto — Foto: Ascom Alcoa/Divulgação Parceria com o Sebrae visa melhorar o desempenho das empresas que irão participar do projeto — Foto: Ascom Alcoa/Divulgação

Parceria com o Sebrae visa melhorar o desempenho das empresas que irão participar do projeto — Foto: Ascom Alcoa/Divulgação

O projeto conta com o financiamento de R$ 220 mil reais do Instituto Alcoa e apoio da Secretaria Municipal de Produção e parcerias do Ijus, Cooperativa de Trabalho da Agricultura Familiar de Juruti (COOAFAJUR), Emater e outras instituições ligadas à cadeia produtiva da farinha.

O gerente de Relações Institucionais da Alcoa Juruti, Rogério Ribas, reforça a importância do aprimoramento da produção familiar e da cadeia da mandioca considerando o perfil de consumo local.

“Todas essas iniciativas apoiam a vocação produtiva local. Melhoram o processo de plantio das raízes, favorecendo o beneficiamento da mandioca para produção de farinha e derivados, promovendo a redução da pobreza e fortalecendo a segurança alimentar, e a organização social das comunidades. A ideia é incentivar a economia de Juruti para além da dimensão mineral”, declarou.

Com uma safra anual de 4 milhões de toneladas, o Pará lidera a produção nacional de mandioca (Previsão de Safra 2019/IBGE). A raiz cultivada pela agricultura familiar gera uma extensa cadeia de produtos como a farinha, a tapioca, a goma e o tucupi, geradores de sustento e renda para centenas de famílias.

 

 

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