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Comitiva brasileira com Mourão, Toffoli e Aras embarca para a Itália para canonização da Irmã Dulce

Cerimônia acontecerá neste domingo 13 . Comitiva é formada por 15 pessoas e também inclui Maia, Alcolumbre e Sarney. Bolsonaro não irá ao Vaticano nem à celebração em Salvador.

 

A comitiva brasileira embarcou nesta quinta-feira (10) para a Itália para participar da cerimônia de canonização da Irmã Dulce.

Os integrantes do grupo embarcaram em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que decolaram da Base Aérea de Brasília.

A cerimônia acontecerá neste domingo (13), no Vaticano, e será comandada pelo Papa Francisco. Irmã Dulce é a primeira mulher nascida no Brasil a se tornar santa.

Quando a canonização for oficializada, Irmã Dulce passará a ser chamada Santa Dulce dos Pobres.

  • Especial G1: 'Os 13 passos de Irmã Dulce'
  • Programação em Salvador: Santuário transmitirá cerimônia
  • BBC: Os milagres 'extraoficiais' de Irmã Dulce

A comitiva brasileira é formada por 15 pessoas, entre as quais representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Integram o grupo, entre outros:

  • Hamilton Mourão, vice-presidente da República;
  • Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal;
  • Augusto Aras, procurador-geral da República;
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Congresso Nacional e do Senado;
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados;
  • Henrique Mandetta, ministro da Saúde;
  • José Sarney, ex-presidente da República.

Segundo o decreto publicado pelo Ministério das Relações Exteriores, não haverá ônus nos casos de Aras e Sarney, ou seja, a viagem não será custeada com dinheiro público.

As esposas de Mourão, Alcolumbre, Maia, Aras e do embaixador Sardinha Pinto integram a comitiva, mas também viajarão sem ônus para os cofres públicos.

Vaticano se prepara para canonização de Irmã Dulce

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Ausência de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro já havia informado que não viajaria ao Vaticano para a cerimônia de canonização. A previsão até esta semana, porém, era a de que ele participaria da celebração no próximo dia 20 na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

O compromisso, contudo, foi cancelado nesta terça (8). Segundo a assessoria da Presidência, por "conflito de agenda".

No dia 20, Bolsonaro fará uma viagem na qual passará por Japão, China, Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita.

Outros integrantes da comitiva

A comitiva brasileira também é composta pelo embaixador do Brasil na Santa Sé, Henrique da Silveira Sardinha Pinto, e pelo prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).

A esposa do governador de Goiás Ronaldo Caiado (DEM), Gracinha Caiado, chegou a ter o nome incluído na comitiva, mas a viagem foi cancelada, segundo a assessoria do governo de Goiás, após a internação de Caiado.

Os integrantes da comitiva só retornarão ao Brasil na próxima terça-feira.

Custos

Procuradas, a Vice-Presidência da República e a Câmara não informaram os custos da viagem. Orientaram o G1 a pedir o dado via Lei de Acesso à Informação (LAI). A lei estabelece prazo de até 60 dias para a prestação das informações, incluindo o prazo para recursos.

O STF informou que os custos relativos à viagem de Dias Toffoli ainda são analisados.

Inicialmente, Augusto Aras viajaria para o Vaticano com as despesas pagas pela PGR. Após os jornais "O Globo" e "O Estado de S.Paulo" informarem que a viagem custaria R$ 67 mil, o procurador-geral desistiu de ir ao Vaticano com dinheiro público.

Rodrigo Maia

A agenda do presidente da Câmara inclui a ida, nesta sexta (11), a um evento promovido pelo IDC-CDI, entidade internacional que reúne diversos partidos de centro, e do qual o DEM, legenda de Maia, faz parte.

No sábado (12), Rodrigo Maia participará de uma solenidade em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, celebrada por Dom Odilio Scherer, arcebispo de São Paulo. À noite, assistirá a uma apresentação da ópera "Ave Dulce", na embaixada do Brasil em Roma.

Segundo a assessoria de Maia, a viagem dele não será paga pela Câmara e ele ficará hospedado no prédio da embaixada brasileira.

A comitiva da Câmara inclui outros 12 deputados e o Secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, ex-deputado federal.

 

 

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