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Diretores de '''Frozen 2''' comentam polêmica sobre Elsa ser ou não lésbica: '''É uma história sobre família'''

Chris Buck e Jennifer Lee falam ao G1 sobre força da nova trilha sonora e pressão para repetir sucesso. Eles explicam 2ª parte e a chance de um 3º filme. Veja entrevista em VÍDEO.

 
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Não foram só os fãs de "Frozen" que sentiram saudade de Elsa, Anna e Olaf. Chris Buck e Jennifer Lee, diretores dos filmes, também sentiram falta dos personagens e citam isso como um dos motivos para criarem a continuação. Veja vídeo acima.

Depois do sucesso do filme de "Let It Go", em 2013, a dupla voltou a trabalhar com os personagens no curta "Frozen Fever" dois anos depois. Neste momento eles viram que "Frozen 2" poderia existir. O filme estreou nos Estados Unidos, mas chega ao Brasil em 2 de janeiro.

  • G1 já viu: 'Frozen 2'
  • Perguntas e respostas

"Quando começamos a ver os personagens ganhando vida novamente, olhamos um pro outro e eu falei 'ah sinto falta desses caras, realmente sinto saudade deles'", afirma Buck em entrevista ao G1, em Los Angeles. Ele estará na Comic Con Experiente, nesta semana.

Outro motivo apontado por Jennifer Lee foi a necessidade de explicar a origem dos poderes de Elsa. "O Peter (Del Vecho, produtor dos filmes) voltou de uma viagem falando 'Todo mundo fica me perguntando porque a Elsa tem poderes'", conta.

Namorada de Elsa x conservadores

Antes do lançamento do filme, um movimento na internet pedia que Elsa tivesse uma namorada. Por outro lado, grupos conservadores defenderam um boicote à "Frozen 2" se a produção discutisse a sexualidade da personagem.

"Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 — Foto: Divulgação "Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 — Foto: Divulgação

"Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 — Foto: Divulgação

Questionados sobre o assunto, Jennifer Lee foi direta: "A gente não entra em política".

"Anna e Elsa se tornaram inspiração para tantas pessoas ao redor do mundo e o filme é uma história sobre irmãs, sobre família", afirma ela. No filme, o romance fica apenas com o casal Anna e Kristoff.

Pressão para repetir os números?

O sucesso inesperado do primeiro filme aumenta a expectativa para "Frozen 2", mas será que o time sente a pressão por músicas tão cativantes como "Let It Go" ou números de espectadores batendo a casa dos bilhões?

O produtor Peter Del Vecho já deixa claro a intenção do estúdio ao afirmar que escalar a mesma equipe não foi em vão.

"Nós trouxemos de volta o time original do primeiro filme, estamos construindo 'Frozen 2' da mesma forma que o primeiro. Espero que o mundo receba bem o filme, até porque temos muito orgulho do que criamos", afirma.

Anna e Olaf em "Frozen 2" — Foto: Divulgação/Disney Anna e Olaf em "Frozen 2" — Foto: Divulgação/Disney

Anna e Olaf em "Frozen 2" — Foto: Divulgação/Disney

Mas não rola uma competiçãozinha? Até porque a marca de maior animação de todos os tempos foi batida por "Rei Leão" neste ano.

Lee despista e joga a ideia para sua equipe. "Somos competitivos entre nós, no sentido de que queremos criar a melhor história e que não vamos parar até que a gente consiga", defende.

Músicas fortes

Del Vecho reproduz o discurso de boa parte do time, de acordo com as entrevistas e os painéis vistos pelo G1 em Los Angeles, ao defender que o ponto de partida é sempre a história. As músicas são criadas para contribuir com o enredo das aventuras de Elsa e Anna, assim como os figurinos,a escolha do cenário e até a criação de personagens novos.

Quanto a trilha sonora, Del Vecho está satisfeito com o resultado final. "Eles entregaram músicas que a nossa equipe e atores já saíram cantando, exatamente como eles fizeram no primeiro. Então, sim, acho que foram bem sucedidos", afirma.

Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, compositores de "Let It Go" e consequentemente vencedores do Oscar de "Canção Original", criaram sete novas músicas para o novo filme, incluindo "Into the Unknown".

'História completa'

Os diretores chegaram a falar na D23 Expo, feira de lançamentos de produtos da Disney, que os dois filmes funcionam como uma "história completa". Isso pode ser o fim da história entre as duas irmãs?

Buck pede calma. "Fazer cada um desses filmes é uma jornada de três ou quatro anos e algumas vezes o sentimento é que você está correndo uma maratona e o fim é tudo que você consegue ver. A gente não passou dessa fase ainda…", afirma.

Mas deixa em aberto: "Você pode nos perguntar isso daqui a um ano?".

 

 

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