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Feriado facilitou propagação do vírus, diz brasileira que vive na China

O fim de janeiro, inverno na China, é um período em que as famílias se encontram para comemorar o Ano Novo chinês; restaurantes e bares foram fechados e escolas adiaram volta às aulas.

 
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A brasileira Talita Dias vive há seis anos na cidade chinesa de Tianjin, onde houve confirmação de dez casos de infecção pelo coronavírus.

Ela e a família foram ao supermercado, onde fizeram uma compra para estocar alimentos e poder ficar mais tempo em casa.

“Ficamos até assustados, porque os chineses não fazem grandes compras, e os mercados estavam lotados”, disse ela em entrevista à Globonews.

O governo local emitiu um comunicado na quinta (23) na região. Restaurantes e bares foram fechados, e pediram que as pessoas evitem locais fechados com muita aglomeração de pessoas, segundo Dias.

O fim de janeiro, inverno na China, é um período em que as famílias se encontram para comemorar o Ano Novo chinês. “Todos estão acostumados a viajar nessa época ano, e os mais idosos não quiseram deixar de viajar; com isso, o vírus foi se espalhando”, afirma Dias.

Dias diz que as escolas postergaram a volta às aulas: elas começariam no dia 3 de fevereiro, mas passaram para o dia 17.

Na China houve 26 mortes

O número de mortes por coronavírus na China aumentou para 26. A agência estatal CGTN divulgou um balanço nesta sexta-feira (24) que eleva para 897 os casos confirmados da doença no país asiático. O governo chinês destacou que 35 pacientes diagnosticados com a infecção estão recuperados e receberam alta. Além da China, há mais 14 confirmações de infecção por coronavírus em 8 países.

Raio X do novo coronavírus — Foto: Amanda Paes e Cido Gonçalves/Arte G1 Raio X do novo coronavírus — Foto: Amanda Paes e Cido Gonçalves/Arte G1

Raio X do novo coronavírus — Foto: Amanda Paes e Cido Gonçalves/Arte G1

 

 

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