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Regional de Altamira é um dos hospitais selecionado para enfrentar o coronavírus no Pará

 
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Em alerta por todo o mundo, no Pará o Coronavírus (nCoV-2019) também se tornou destaque e foi tema de orientações. Em uma videoconferência realizada pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), nesta quinta-feira, 7/2, direcionada para profissionais da área de saúde da unidade, o objetivo foi orientar a respeito da atuação médica em possíveis casos do vírus na região Amazônica.

O Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), unidade gerenciada pela Pró-Saúde, esteve na reunião, com representantes do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) da unidade. No encontro, foi apresentado o histórico sobre a doença, além de demonstrações de como identificar casos suspeitos, notificações às vigilâncias municipais e estaduais, diagnóstico laboratorial, prevenção e tratamento e medidas de controle. A atuação dos profissionais de saúde e as orientações aos pacientes também foram pauta da reunião.

De acordo com o diretor Técnico do Regional da Transamazônica, Mário Franco Neto, o coronavírus já é conhecido desde os anos 1960, mas sofreu uma mutação ao longo das décadas e hoje se apresenta de forma epidemiológica. “Como todos os vírus respiratórios, ele causa sintomas semelhantes à de uma gripe forte, por exemplo”, afirmou.

Orientações

O diretor orienta algumas manobras básicas de prevenção. “É importante realizar a higiene frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente, cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença”, alertou.

Além de atendimentos específicos, como a hemodiálise, o hospital é o único na região do Xingu que possui Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal e UTI Infantil. O Regional da Transamazônica, segundo ranking da Revista Exame, está entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil, após conquistar a certificação máxima de qualidade, ONA 3 Acreditado com Excelência.

Referência para mais de 500 mil pessoas nos nove municípios que atende, o hospital, que pertence ao Governo do Estado e é administrado pela Pró-Saúde, realizou 408.122 atendimentos em 2019, e alcançou índice de aprovação de 99,48% dos usuários acolhidos pelo hospital, em 2019.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

 

 

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