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Maranhão registrou a segunda maior taxa de informalidade do Brasil em 2019, diz IBGE

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua divulgados nesta sexta-feira 14 .

 
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Em 2019, o Maranhão registrou a segunda maior taxa de trabalho informal no Brasil, 60,5%. O estado ficou atrás apenas do Pará, que teve uma taxa de 62,4%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados, nesta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o IBGE, são considerados trabalhadores informais os que exercem atividades sem carteira assinada, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes de São Luís, José de Ribamar Ferreira, falta ação do poder público para diminuir a informalidade no Estado.

“A principal dificuldade de um trabalhador em se formalizar é a falta de políticas públicas por parte dos governos estaduais e municipais, que ofereçam condições aos trabalhadores de modo geral, para que eles entrem no trabalho formal. A informalidade existe por consequência da falta de emprego, levando o cidadão a buscar outros meios de sobrevivência”, afirma José de Ribamar.

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Entre os estados com os menores percentuais de trabalhadores com carteira de trabalho assinada, o Maranhão ocupou o primeiro lugar, com 47,6%. Ainda segundo os dados colhidos pelo PNAD, o Maranhão também teve o maior percentual de trabalhadores sem carteira assinada, 52,4%. O estado foi o único do Brasil a ter esse percentual superior à metade do total dos empregados no setor privado.

O Maranhão também ocupou o segundo lugar em taxa média de subutilização da força de trabalho, que inclui pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada. Segundo o IBGE, o estado teve, em 2019, uma taxa de 40,5%, ficando atrás apenas do Piauí, que teve um percentual de 42%.

Os dados divulgados pelo IBGE também apontam que Maranhão e Alagoas tiveram os maiores percentuais de pessoas desalentadas (as que desistiram de procurar emprego), a taxa em ambos os estados foi de 17,3%.

 

 

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