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Acusado de assassinar o próprio avô é condenado a 20 anos de prisão em Belém

O réu confessou o crime à mãe, mas disse não lembrar de ter cometido. Um laudo psiquiátrico diagnosticou o acusado como semi imputável.

 
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Neto acusado de assassinar o próprio avô foi condenado a 20 anos de reclusão, em decisão por maioria de votos do júri popular realizada nesta segunda-feira (16), em Belém. Weider Roberto da Silva Elleres, de 24 anos, está preso desde o crime.

O crime ocorreu no dia 3 de janeiro de 2018, na casa da vítima, localizada na rua Alenquer, na Cidade Velha, em Belém. O acusado confessou para a mãe que matou o avô, Sebastião Itamar da Silva Elleres, de 77 anos. Em interrogatório ao júri, Weider disse não lembrar de ter cometido o crime, e foi diagnosticado como semi imputável, com laudo assinado pela psiquiatria.

O policial que prendeu Weider prestou declarações ao júri. A acusação sustentou a tese de homicídio qualificado pelo uso de recurso que torno impossível a defesa da vítima.

A defesa do caso alegou que o crime cometido foi um homicídio simples, por não se aplicar as qualificadores ao caso concreto. Para reforçar sua tese, o defensor exibiu um depoimento da mãe de Weider, em que narra que teve o filho aos 13 anos e o pai, por não ter mais recurso financeiro, tirou o filho da mãe e aos 13 anos abandonou Weider na casa do avô.

Por maioria dos votos, os jurados reconheceram que o réu foi autor de um homicídio qualificado. A pena base aplicada de 30 anos de reclusão foi reduzida por terem os jurados reconhecido a semi imputabilidade, totalizando em 20 anos de pena. O juiz do caso determinou que a pena deve ser cumprida no hospital penitenciário.

 

 

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