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Tomé-Açu, no nordeste do estado, mantém lockdown

Após governo do Estado suspender lockdown no Pará, prefeitura de Tomé-Açu anuncia que permanece em bloqueio total para a prevenção ao Covid-19.

 

Após governo do Estado suspender lockdown no Pará por meio do decreto 777/2020, que passa a ter validade a partir desta segunda-feira (25) , prefeitura de Tomé-Açu, no nordeste do estado, anunciou que permanece em bloqueio total para a prevenção ao Covid-19. Segundo informe da gestão municipal, o lockdown vale até dia 31 de maio. Segundo boletim da Secretaria de Saúde de Tomé-Açu, a cidade tem 46 casos confirmados da doença e 13 mortes por Covid-19.

Tomé-Açu, no nordeste do estado, mantém lockdown — Foto: Reprodução/Prefeitura de Tomé-Açu

Decreto nas cidades

Outro decreto estadual publicado sábado (23) foi o 729, que traz as regras para os municípios que decidirem adotar o lockdown. A partir de agora, o lockdown será determinado apenas por meio de decretos municipais, nas cidades onde as prefeituras expressarem interesse em aderir às regras previstas pelo Estado.

O que é permitido:

•Saídas para adquirir alimentos, remédios, produtos médico-hospitalares e produtos de limpeza e higiene pessoal, restrito a uma pessoa do grupo familiar;
•Saídas para consulta e exame médico próprio ou de um acompanhante;
•Saídas para realização de saques e depósitos de dinheiro;
•Saídas para realização de trabalhos nos serviços e atividades essenciais;
•Serviço de delivery de alimentos, remédios, produtos médico hospitalares e produtos de limpeza e higiene pessoal;
•Transporte local de pessoas e circulação de cargas.

O que está proibido:


•A circulação de pessoas por motivos outros além dos casos essenciais autorizados acima;
•A circulação de pessoas sem o uso de máscara;
•A circulação de pessoas com sintomas da Covid-19, exceto para consultas e exames médicos;
•Qualquer tipo de reunião, inclusive de cunho religioso, de pessoas que não morem juntas;
•A visita em casas e prédios onde não se resida;
•Deslocamentos intermunicipais.

Os estabelecimentos que podem abrir precisam limitar a capacidade máxima de lotação em 50%; incluindo permitir a entradas de somente uma pessoa por grupo familiar poderá. Também não será permitido acesso sem máscara.

Os estabelecimentos considerados essenciais devem ainda respeitar o distanciamento mínimo de um metro, disponibilizar alternativas de higienização, com álcool em gel ou acesso à pia com água e sabão.

Órgãos responsáveis pela fiscalização estão autorizados a aplicar sanções previstas em lei relativas ao descumprimento de determinações do decreto: advertência; multa diária de até R$ 50 mil para pessoas jurídicas e multa diária de R$ 150 para pessoas físicas.

 

 

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