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Profissionais de saúde do Hospital Regional do Baixo Amazonas recebem a medalha Padre João Felipe Bettendorf

 


A infectologista Mariana Quiroga e o neurocirurgião Erik Jennings, ambos com relevante atuação no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), unidade que pertence ao Governo do Pará sendo gerenciada pela Pró-Saúde, receberam a mais alta condecoração do município de Santarém: a medalha Padre João Felipe Bettendorf.

A medalha é conferida, anualmente, por ocasião do aniversário de fundação da cidade (22 de junho), às pessoas que se destacaram em suas respectivas áreas de atuação no município ou que, a ele, tenham prestado relevantes serviços em prol do desenvolvimento da cidade.

Ao todo, seis personalidades foram condecoradas com a medalha durante a cerimônia. Representando o HRBA, os médicos Mariana Quiroga e Erik Jennings estavam entre os homenageados pelo importante papel desenvolvido nos últimos anos na área da saúde.

No atual momento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Hospital Regional do Baixo Amazonas é uma das unidades de referência no combate à doença e tratamento de pacientes com a Covid-19. A cerimônia também simbolizou o reconhecimento aos profissionais de saúde por toda a atuação frente à pandemia e a favor da vida.

“Fiquei muito lisonjeada com essa indicação. Minha palavra é gratidão, porque o que sou e onde estou hoje, devo aos santarenos. Sou estrangeira, cheguei aqui como estagiária e tive o privilégio de poder colher muitos frutos. Recebo essa medalha hoje em nome de todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente, se expondo ao risco, mas salvando vidas que é a nossa missão”, declarou a infectologista Mariana Quiroga.

 

Mariana é natural da Argentina. Em 2001 veio ao Brasil passar apenas 3 meses na cidade de São Paulo como estagiária no Hospital das Clínicas de São Paulo, onde fez residência médica em infectologia. Ainda como residente conheceu Santarém, durante um trabalho voluntário como estagiária do Núcleo de Medicina Tropical da USP. Concluída a residência em infectologia, Mariana participou de ações de combate à malária na região Oeste do Pará, onde atuou em áreas de assentamentos, garimpos e terras indígenas afetadas.

Já o neurocirurgião Erik Jennings foi responsável pela fundação do primeiro serviço de neurocirurgia no interior da Amazônia, em 1999. Com notados serviços prestados na área da saúde, na época em que atuou como diretor técnico do HRBA, fundou a residência médica em neurocirurgia da Uepa/HRBA em 2018, e inaugurou o laboratório de treinamento neurocirúrgico na unidade e, hoje,  atua como coordenador de Neurocirurgia no Regional do Baixo Amazonas.

“Agradecemos ao poder público e a toda a comunidade santarena pelo reconhecimento. Isso nada mais é que uma coleção de pequenas medalhas que ocorrem todos os dias quando estamos envolvidos com nossa comunidade. Cada pequena boa ação que fazemos de bem, pode resultar num reconhecimento deste. Tudo que fazemos é com muito carinho e muito amor sem esperar nada em troca”, ressaltou Jennings.

Para Hebert Moreschi, diretor Hospitalar do HRBA, ter os dois profissionais atuando na unidade e sendo reconhecidos com uma importante medalha integra o respeito e a segurança dedicada aos pacientes pelo hospital. ”O Dr. Erik é reconhecido pelo seu trabalho em todo o Brasil, que vem dando resolutividade e credibilidade ao serviço de neurocirurgia, além da atuação na saúde indígena que merece reconhecimento internacional. A Dra. Mariana sempre teve uma atuação participativa ao funcionamento do hospital e, neste momento de pandemia, é uma das representantes do protagonismo nas ações de enfrentamento a doença", ressalta.

O Hospital Regional do Baixo Amazonas é reconhecido como um dos dez melhores hospitais públicos do Brasil. É certificado pela Organização Nacional de Acreditação com o nível máximo de qualidade, a ONA 3 – Acreditado com Excelência. A unidade presta atendimento 100% gratuito e é referência no tratamento de casos da Covid-19 na região. Até a manhã desta terça-feira (23), o HRBA já alcançou a marca de 83 pacientes recuperados após internação relacionada ao novo coronavírus.

 

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

 

 

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