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Corpo de cacique da região do Xingu que morreu com a Covid-19 é liberado no PA

Bepkot Kaiapó Xikrin tinha 78 anos e era conhecido como ''Cacique Onça'', líder da aldeia Pytakô, na Terra Indígena Trincheira Bacajá, no Pará.

 

Foi liberado o corpo do cacique Bepkot Kaiapó Xikrin, de 78 anos, que morreu na tarde de segunda-feira (31), em Altamira, no sudoeste do Pará.

O indígena da etnia Xikrin estava há 24 dias internado com sintomas de Covid-19 no Hospital Regional da Transamazônica, onde estava entubado na UTI, mas morreu de insuficiência respiratória.

Ele era conhecido como "Cacique Onça", líder da aldeia Pytakô, que fica na Terra Indígena Trincheira Bacajá.

Essa foi a primeira morte de indígena registrada pelo Distrito Sanitário Especial Indígena de Altamira (Dsei). De acordo com o distrito, a região contabiliza 427 casos confirmados da Covid-19 e somente 14 indígenas seguem em tratamento.

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O coronavírus está se disseminando rapidamente entre as populações indígenas do Brasil, e as mortes causadas pela doença aumentaram mais de cinco vezes em julho, de acordo com dados coletados por uma associação nacional de povos indígenas.

Representantes de entidades indígenas e especialistas afirmam que está em curso um "genocídio" em distritos indígenas devido à pandemia do novo coronavírus. Em junho, dados da Articulação de Povos Indígenas do Brasil (Apib) apontavam 178 mortes pela Covid-19.

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