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Governo do Pará concede licença de instalação para Usina Térmica em Barcarena

Empresa implantará uma unidade de geração de energia elétrica a gás natural, que vai prover energia a partir de 2025. Empreendimento deve gerar 4 mil empregos.

 

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), concedeu na quinta-feira (3) a licença de instalação que permite o início das obras da termelétrica Novo Tempo, localizada na Vila do Conde, em Barcarena. Segundo o governo, o investimento é estimado em R$ 1,6 bilhão e o empreendimento deve gerar 4 mil empregos.

A "Novo Tempo" é uma das térmicas a gás natural vencedoras do Leilão de Energia Nova A-6, realizado em outubro de 2019. A empresa vencedora, Centrais Elétricas de Barcarena (Celba), que tem como sócias a Golar Power e a Evolution Power Partners (EPP), implantará uma unidade de geração de energia elétrica a gás natural com potência total instalada de 605 MW, e vai prover energia a partir de janeiro de 2025, em um contrato com duração de 25 anos.

Além da usina, o projeto contempla uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação (FSRU) de gás natural liquefeito, com capacidade para entregar 21 milhões de m³/dia, píer de atração e gasoduto. O investimento nas obras está avaliado em quase R$ 4 bilhões, com previsão para gerar 7.500 empregos diretos e indiretos.

Para o governador, a termelétrica será uma nova fonte de energia para atender as indústrias.

"É um empreendimento que não apenas vai gerar empregos desde sua construção, mas acima de tudo permitir ao Estado avançar no portfólio energético. É uma ação que vai beneficiar a indústria, as diversas atividades empresariais e, em um momento seguinte, permitir que os benefícios cheguem a cada cidadão já que o projeto mira poder dar acesso ao gás de domicílio e automóvel", ressaltou Helder.

O processo de licenciamento do empreendimento segue em andamento, com fases subsequentes e avaliações para emissão de novas licenças.

"É uma licença de instalação que, sobretudo, demonstra o processo de diálogo que tem havido entre a Semas, os empreendedores e órgãos técnicos, para que os processos fiquem adequados na fase de estruturação. Existem algumas condicionantes de compensação ambiental. Nesta fase será o pagamento de R$ 10 milhões, que será utilizado para o incremento e suporte das unidades de conservação do Estado", afirmou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O'de Almeida.

 

 

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