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Os desafios na adaptação a rotina de trabalho em meio à pandemia

 
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Começar um novo emprego gera expectativa em um novo colaborador, que espera ser acolhido e ter a disposição todas as informações sobre rotinas de trabalho e segurança para evitar problemas de contaminação, principalmente do novo coronavírus (Covid-19).

Desde que começou a pandemia, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua (PA), criou o projeto “Anjo”, ação que tem ajudado aliviar inseguranças iniciais em um novo emprego na unidade.
 
A ação faz parte dos esforços da Pró-Saúde, responsável pelo gerenciamento do hospital, que busca por metodologias que contemplem a administração do capital intelectual. Ou seja, o projeto identifica, cria, renova e compartilha o conhecimento dentro do hospital com outros profissionais.
 
"Esse trabalho é importante para que o novo colaborador, em seus primeiros dias, possa se sentir bem e motivado para contribuir com o hospital. Isso favorece o sentimento de humanização e valorização, bem como na retenção de talentos no HMUE”, esclareceu Rose Monteiro, coordenadora de Gestão de Pessoas e do Núcleo de Educação Permanente (NEP).
 
Entre os meses de abril e julho de 2020, pico da pandemia, foram contratados quase 200 colaboradores para atuarem na unidade, que pertence ao Governo do Estado, entre profissionais da saúde, serviços gerais e administrativo.
 
Patrick Carvalho, assistente administrativo pessoal, é um dos colaboradores "anjo" que explica o impacto do projeto na rotina de trabalho. “Meu papel é passar todo o meu conhecimento para o profissional que está chegando, fazendo com que ele consiga, por meio de suas habilidades, somar com os trabalhos do Hospital Metropolitano”, explicou.

 

 

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