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Chegada do furacão Sally preocupa moradores do sul dos EUA

Ventos podem chegar a 155km/h. Governos de Louisiana e Mississippi pediram para moradores de áreas mais arriscadas que deixem suas casas.

 
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Moradores da Louisiana e do Mississippi se preparam pra a chegada do furacão Sally, que deve tocar o solo dos Estados Unidos nesta terça-feira (15). Autoridades de ambos os estados emitiram ordens para que habitantes de determinadas áreas mais próximas do Golfo do México deixassem suas casas.

O Sally ganhou status de furacão na tarde desta segunda (14), e, por enquanto, está na categoria 2. O Centro Nacional de Furacões alerta que se trata de um fenômeno "extremamente perigoso" e que ventos podem chegar a 155 km/h.

Trabalhadores colocam tapumes em comércios do French Quarter de New Orleans, nos EUA, nesta segunda-feira (14), antes de passagem do furacão Sally — Foto: Kathleen Flynn/Reuters

A rota do Sally indica que Louisiana e Mississippi merecem mais atenção. Ainda assim, há alertas para fortes ventos e tempestades também na Flórida.

O governador do Mississippi, Tate Reeves, alertou que o estado deverá se preparar para aumento no volume de chuvas para os próximos dias. E o governador da Louisiana, John Bel Edwards, pediu uma declaração federal de desastre e aconselhou que as pessoas no caminho do Sally deixem suas casas.

"Temos de nos certificar de que tudo esteja amarrado e fora do caminho para que não vá embora com a água ou voe pelos ares", disse Steve Forstall, um funcionário do porto de Bay St. Louis, no Mississippi.

Meteorologistas alertam para o aumento no número de tempestades e furacões no Atlântico Norte nesta temporada. Imagem divulgada pela Administração Nacional de Atmosfera e Oceanos (NOAA, na sigla em inglês) mostra cinco fenômenos do tipo chegando ao Caribe e à América do Norte nesta segunda-feira (veja na FOTO abaixo).

Imagem de satélite mostra cinco tempestades tropicais na região do Atlântico Norte nesta segunda-feira (14) — Foto: NOAA via AP

Furacão Laura

No fim de agosto, o furacão Laura causou estragos em cidades na costa do Golfo do México. Embora os ventos tenham perdido força ao tocar o solo, os danos a estruturas causaram problemas graves nos sistemas de energia da Louisiana. Houve mortes causadas por mau uso de aquecedores a gás, uma vez que regiões inteiras ficaram sem luz.

Antes de causar estragos nos EUA, o Laura deixou mortos no Haiti e na República Dominicana. Estruturas em Cuba também foram destruídas pelos fortes ventos.

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