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Programa de acesso à água inicia novas obras na região do Arapiuns, em Santarém

A estratégia é garantir o pertencimento e empoderamento das comunidades.

 
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Obras do programa de saneamento do Projeto Saúde e Alegria seguem em ritmo acelerado na região do Arapiuns, em Santarém, oeste do Pará, respeitando protocolos de segurança e ainda neste mês realiza entrega de tecnologias sociais de acesso à água nas comunidades.

A instalação do sistema de abastecimento de água intercomunitário do polo Prainha está possibilitando chegada do líquido às torneiras de moradores das comunidades Prainha I, Prainha II e Itapiúna. O sistema está pronto, em fase de testes e nos dias 17 e 18 serão realizadas reuniões para discutir a gestão e o funcionamento. “Talvez o maior sistema de abastecimento de água dentro das comunidades ribeirinhas”, ressaltou o gestor do programa de água do PSA, Carlos Dombroski.

Na comunidade Vila Amazonas, região do Arapixuna do Assentamento Agroextrativista Gleba Lago Grande, o programa Cisterna está em funcionamento com previsão de entrega ainda em 22 de setembro pela Somecdh. Nessa região 49 famílias serão beneficiadas.

Na aldeia Novo Lugar no Rio Maró estão sendo instaladas tecnologias que contemplarão 21 famílias. Quando os serviços finalizarem nesta comunidade, as equipes seguem para Cachoeira do Maró e São José 3.

Na região de várzea, 26 famílias da comunidade São José receberão as tecnologias sociais do programa Cisterna através da execução da Sapopema. O processo está na fase logística de compra e embarque de materiais.

Já nas comunidades Mangal, Retiro e Parauá o programa Cisterna será implementado após perfuração do poço que está sendo realizada. A previsão é que as obras do Cisterna iniciem ainda em 2020.

Moradores com sistema de água instalado em Vila Amazonas — Foto: Somecdh/Divulgação

Sistemas independentes

Diretamente relacionado às condições de saúde e à qualidade de vida da população, o acesso à água potável tem sido um dos focos do trabalho do PSA. O programa realiza a implantação de sistemas independentes de tratamento e abastecimento de água, construídos e geridos pelas próprias comunidades. A tecnologia híbrida gera economia e reduz o impacto ambiental graças ao uso da energia solar.

Atualmente as ações são parte do projeto de tecnologias sociais com Cisternas, gerido pelo PSA na região com recursos do Ministério da Cidadania e de parceiros como a Aliança Água + Acesso (Instituto Coca-Cola Brasil, Fundação Avina, Instituto Iguá e WTT) e da Mott Foundation.

Gestão comunitária

Um dos requisitos para implantação das tecnologias sociais é a participação comunitária, considerada base para construção de sistemas de acesso à água. As tecnologias são construídas de forma participativa por quem será beneficiado pelo projeto de instalação hidráulica.

A estratégia é garantir o pertencimento e empoderamento das comunidades. Para isso são realizadas reuniões, mutirões onde os moradores escavaram o caminho para levar a rede hidráulica subterrânea para todas as casas. E assim, aprenderam juntos como funciona uma rede de abastecimento enquanto outras equipes trabalham com técnicos na perfuração do poço e construção do elevado para instalar a caixa d’água central. Essa metodologia é adotada em todos os projetos de instalações hidráulicas para que os próprios comunitários possam cuidar e realizar manutenção nos sistemas.

 

 

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