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Encerra segunda etapa da coleta de águas para estudo de balneabilidade em Santarém

Coleta de amostras de água foram feitas em 11 locais do município, incluindo as principais praias e balneários, e serão analisadas por equipes especializadas.

 
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As principais praias e balneários da orla na margem direita do rio Tapajós, em Santarém, no oeste do Pará, tiveram amostras de águas coletadas, encerrando a segunda fase da etapa de coleta do estudo de balneabilidade, que atesta se os locais estão aptos para banhos. A partir de agora, as amostras passarão por análises em laboratórios de uma empresa contratada pelo governo municipal, que já realiza o trabalho há 3 anos.

De acordo com as equipes, as amostras foram feitas em 11 locais, considerando os dias de maior fluxo de banhistas: praias de Ponta do Muretá, Ponta de Pedras, Pajuçara, Maracanã, além de Alter do Chão onde foram feitas seis coletas em locais diferentes: Rio Tapajós (canal principal), Praia do Cajueiro, Orla (escadaria), Orla (parte final), Praia do Centro de Atendimento ao Turista (CAT) e Praia da Ilha do Amor.

"Essa coleta soma o total de 11 pontos que devem ser repetidos por cinco vezes em um intervalo de 24 horas cada ponto", explicou o analista de maio ambiente, Vinícius Alves.

A cada ano, esse estudo é feito quatro vezes, sendo em meses onde as águas dos rios estão na cheia e também na vazante.

Conforme as orientações da Resolução Conama nº 274/2000, as amostras foram coletadas nos locais que apresentaram a profundidade da coluna d'água de 1 metro, próximas aos locais de maior concentração dos banhistas e na maioria dos dias de amostragem o tempo estava bem ensolarado.

O acesso ao local de coleta foi realizado por embarcação ou através de entrada direta do técnico no corpo d'água, equipado com um macacão impermeável, até que a água atingisse a altura da cintura do coletor.

Categorias do Conama

O relatório segue os requisitos determinados pela resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 274 de 2.000, considerando os parâmetros microbiológicos, físicos e de temperatura, indicadores de qualidade das águas.

A norma do Conama trata especificamente da qualidade das águas doces, salobras e salinas destinadas à balneabilidade avaliando as categorias como "Própria" ou "Imprópria". Sendo que as águas consideradas próprias poderão ser subdivididas em "Excelente, Muito Boa e Satisfatória".

 

 

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