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Polícias Civil e Militar fecham estabelecimentos irregulares no município de Rurópolis, no PA

Os proprietários foram notificados e somente poderão voltar a funcionar após os responsáveis apresentarem os documentos regularizados.

 
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As polícias Civil e Militar deflagraram no início da tarde de quinta-feira (1º), diligências no distrito de Divinópolis e comunidades da BR-230 (Transamazônica) para fiscalizar bares, casas noturnas, hospedarias e hotéis com objetivo de combater crimes de perturbação sonora, prostituição infantil e a presença de adolescentes desacompanhados dos pais e em situação de risco, em Rurópolis, sudoeste paraense.

Alguns estabelecimentos foram fechados por falta de alvarás de funcionamento. Os proprietários foram notificados e somente poderão voltar a funcionar após os responsáveis apresentarem os documentos de regularização.

A ação policial sob a coordenação do delegado Ariosnaldo Vital Filho contou com atuação do policial civil Roberto Sá e de policiais militares do PPD de Divinópolis, sob o comando do CB/PM Marlio Serra.

De acordo com o delegado, a polícia havia recebido diversas denúncias referentes à perturbação da ordem pública, poluição sonora e venda de bebidas alcoólicas a adolescentes nos locais que foram fiscalizados.

Ninguém foi autuado em flagrante, porém, os donos dos estabelecimentos foram orientados sobre os crimes e suas penalidades, assim como sobre a necessidade de cumprimento do horário de funcionamento do local para a realização de festas dançantes, que está temporariamente reduzido por questões de segurança pública e sanitária.

Ainda segundo o delegado, com o retorno das atividades e realização de festas dançantes em casas de shows, bares e clubes aumentou o número de denúncias por perturbação ao sossego alheio em razão do desrespeito às normas legais, inclusive quanto à falta de controle do número de pessoas no ambiente sem aferição de temperatura, disponibilização de álcool em gel no local e a inobservância do horário para início e término dos eventos.

"Verificamos que é preciso um rigor maior na fiscalização por parte das autoridades, da secretaria de Meio Ambiente, da Vigilância Sanitária e principalmente do próprio dono do estabelecimento que deve atentar para tais protocolos sob pena de ter seu alvará cassado e seu estabelecimento fechado", observou Ariosnaldo Vital Filho.

A polícia alertou que embora os eventos tenham sido liberados por decreto municipal recomenda-se o respeito as regras de protocolo sanitário, inclusive que por cautela sejam realizados ao ar livre, onde há mais espaço para os participantes se locomoverem, mas ainda assim não se garante segurança.

Ariosnaldo Vital Filho disse que os trabalhos policiais serão intensificados quanto à fiscalização dos horários e a infração da perturbação ao sossego alheio.

 

 

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