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Prisões da Operação S.O.S da Polícia Federal são prorrogadas no Pará

Ação deflagrada na terça 29 teve o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos na área da saúde.

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) prorrogou por mais cinco dias a ordem de prisão temporária de cinco, das 10 pessoas presas no Pará durante a Operação S.O.S da Polícia Federal, deflagrada na terça-feira (29). A operação teve o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos da saúde, destinados a contratação de organizações sociais para gestão de hospitais públicos e hospitais de campanha montados para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

Entre os presos, estão o ex-secretário de estado Parsifal Pontes; o secretário de transportes, Antônio de Pádua Andrade e Nicholas Tsontakis, apontado como o responsável pela ligação entre o Governo do Pará e organizações sociais.

De acordo com a Polícia Federal, a prisão temporária terminava neste sábado (3) e foi prorrogada por mais 5 dias. Os presos ficarão a disposição para novos depoimentos. Após este prazo, os investigados podem ser soltos ou terem a prisão convertida em preventiva.

Em nota, o governo estadual disse apoiar as investigações que busquem proteger o dinheiro público.

Investigação

No total, 11 pessoas foram presas. A operação S.O.S., que envolve o governador do Pará Helder Barbalho (MDB) e secretários do governo, cumpriu todos os 41 mandados de busca e apreensão expedidos no estado. O governador é um dos investigados e foi alvo de mandado de busca em seu gabinete.

Na casa de um dos suspeitos de envolvimento no esquema de fraude de licitações, Nicolas Moraes, foram encontrados R$ 467 mil em dólares, euros e reais, e carros avaliados em mais de R$ 3 milhões.

Os agentes estiveram desde o início da manhã em endereços ligados a empresários e servidores públicos estaduais. De 12 mandados de prisão temporária, sendo 10 no Pará, apenas um ainda está aberto pois o alvo está foragido.

Entenda como funcionava o esquema criminoso

 

 

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